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quinta-feira, 10 de julho de 2014

ARAKEN QUER REVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA NO RN

O candidato do PSL ao Governo do Estado, Araken Farias, afirmou na noite de ontem 9, em entrevista à rádio 98 FM, que pretende fazer uma administração com “honestidade e seriedade”, com uma verdadeira revolução, no bom sentido, na forma de gerir o Estado. Segundo Araken, no Rio Grande do Norte há recursos suficientes para fazer uma boa gestão sem que se fique, necessariamente, dependente da verba do Governo Federal.
 
“Nosso governo será da honestidade e seriedade. Dizer que vai fazer e acontecer depois desses anos todos, não dá para acreditar”, afirmou Araken, se referindo aos adversários na disputa pelo cargo de governador e ressaltando que é “realmente o novo”, uma vez que os principais concorrentes dele tiveram chance de fazer e, até agora, não fizeram pelo RN.
 
“Vejo hoje o Estado com um problema seríssimo de gestão e má aplicação de recursos públicos. Esses recursos estão aqui no Rio Grande do Norte e estão sendo desperdiçados todos os dias. Temos uma verba de custeio de aproximadamente R$ 1 bilhão, que mais de 30% é desperdiçado”, explicou.
 
“As críticas não são somente a esse governo. São para todos os governos dos últimos 40 ou 50 anos, ao sistema vigente. Rosalba Ciarlini não é a única culpada pela situação do nosso Estado. Esses governos que passaram não olharam para o Estado como gestores. Construíram uma ponte nova na Redinha limitando a altitude dos navios que entram no nosso porto. Esse é um problema é gravíssimo. É falta de zelo com dinheiro público. Já tínhamos um problema de profundidade e agora temos de altitude. É a prova do desperdício”, exemplificou.
 
Segundo Araken, para ter essa gestão profissional, “o primeiro objetivo nosso será fazer uma reforma administrativa”. “A reforma administrativa prioriza todos os outros segmentos, porque nós temos que valorizar o servidor público. Nós temos que fazer com que o servidor público esteja preparado para prestar um bom serviço para a população”, justificou.
 
Araken explicou que, a partir da reforma administrativa, poderá investir em saúde, segurança e educação. “Quero criar dentro das escolas públicas um posto de saúde para que o aluno, naquele período de matricula, possa fazer aqueles exames iniciais e ter um acompanhamento clínico e odontológico. Isso não é difícil de fazer. É fácil. Um exame clínico, um odontológico, um exame de vista, que não é difícil, mas é preciso que esteja próximo à população e a escola pública é um local próximo para as famílias”, afirmou.

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