A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) disse que usou a “economia de dona de casa” para pagar o ICMS dos municípios que estava atrasado desde dezembro. “A gente segura de um lado e de outro”, ensina, para explicar o malabarismo que permitiu a recomposição do ICMS, apesar da profunda crise financeira. Natal e Mossoró receberam os maiores valores: R$ 5,163 milhões e R$ 1,774 milhão, respectivamente.
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