A cúpula nacional do PMDB acompanha com lupa a campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo. A candidatura do empresário não era levada a sério e o partido acreditava que as eleições ficariam polarizadas entre Geraldo Alckmin-PSDB, candidato a reeleição, e Alexandre Padilha-PT, que viu sua candidatura naufragar após ter seu nome ligado ao escândalo envolvendo o laboratório Labogen e o Ministério da Saúde.
Agora, o vice-presidente Michel Temer-PMDB entra em campo e propõe um “pacto de não agressão” entre os candidatos do PT e do PMDB para evitar o que aconteceu na eleição municipal paulistana de 2012, quando Fernando Haddad-PT partiu para cima de Celso Russomanno-PRB, um dos favoritos para derrubar José Serra-PSDB.
O vice-presidente ainda comentou o “bacanal eleitoral” que ocorreu no Rio de Janeiro para definir as alianças políticas do estado. Temer diz ver este quadro “com tristeza cívica” e acredita que “não é possível mais a existência de tantos partidos” no Brasil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário